Marcondes Gomes já possuía histórico de assédio sexual, disse a polícia
Sérgio Costa/PortalBO
Foto: Cedida
O padreiro Marcondes Gomes da Silva, de 45 anos mudou
o depoimento e assumiu sozinho o assassinato da estudante Iasmin Lorena
de Araújo afirmando que matou a menina por ela negar uma relação íntima
com ele. Na primeira versão do suspeito a mãe da menina foi citada como
partícipe do crime, mas a hipótese foi descartada pela polícia.
Durante
o interrogatório Marcondes revelou que diante da negativa da garota ele
usou um cabo de aço para asfixiar Iasmin e depois enterrou o corpo. A
delegada Dulcinéia Costa informou em uma coletiva de imprensa, na manhã
desta sexta-feira (27), que Marcondes já possui um histórico de abuso de
criança e adolescente. "Essas novas informações chegaram ao nosso
conhecimento e iremos investigar", disse.
Marcondes foi ouvido durante seis horas e em seguida foi conduzido preso para o presídio Estadual de Alcaçuz.
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