
As companhias aéreas brasileiras suspenderam mais de 2 mil voos programados para maio, diante da alta do petróleo e do aumento no preço do querosene de aviação. Os dados são baseados em levantamento do sistema da Agência Nacional de Aviação Civil.
Os estados mais afetados são Amazonas (-17,5%), Pernambuco (-10,5%), Goiás (-9,3%), Pará (-9,0%) e Paraíba (-8,9%). Até o momento, os cortes se concentram em rotas menos rentáveis, sem impacto relevante em trechos como São Paulo–Rio de Janeiro e São Paulo–Brasília.
Segundo o setor, a redução é reflexo direto do aumento de 54% no querosene de aviação aplicado pela Petrobras em 1º de abril. Há previsão de novo reajuste em 1º de maio, com alta estimada em cerca de 20%.
Os dados mostram que a média de voos diários caiu de 2.193 para 2.128, o que representa 2.015 voos a menos no mês e redução de 2,9% no total. Na prática, são cerca de 10 mil assentos diários a menos e a retirada de 12 aeronaves de médio porte da operação.
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