
Às vésperas da reunião que definirá a estratégia eleitoral do PT no Rio Grande do Norte, o histórico político de Rafael Motta (PDT) voltou a pesar nas discussões internas do partido. Embora seu nome seja defendido por dirigentes como candidato ao Senado na chapa governista, parte da militância resiste à aliança.
Entre os principais pontos levantados pelos setores contrários está o voto de Rafael Motta a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, episódio que marcou profundamente a história do PT e continua sendo lembrado por integrantes da legenda.
Outro fator citado é a disputa ao Senado em 2022. Para parte dos petistas, a candidatura de Rafael contribuiu para fragmentar os votos do campo progressista em uma eleição na qual o partido apoiava Carlos Eduardo Alves, favorecendo, segundo essa avaliação política, a eleição de Rogério Marinho.
Esses episódios continuam sendo utilizados por alas do PT como argumentos para questionar a conveniência de oficializar o apoio ao pedetista na eleição deste ano.
RPires
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