
Até a pesquisa contratada pelo BTG junto a FSB, de ricos contratos no governo do PT, ainda aposta na incerteza entre Lula e o Flávio Bolsonaro (PL): a previsão ainda é de 47% a 43%: empate técnico no 2º turno.
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Até a pesquisa contratada pelo BTG junto a FSB, de ricos contratos no governo do PT, ainda aposta na incerteza entre Lula e o Flávio Bolsonaro (PL): a previsão ainda é de 47% a 43%: empate técnico no 2º turno.
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Ao que tudo indica, a deputada estadual Terezinha Maia, a “Tetê de São Fernando”, continuará sua saga em busca da reeleição para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Mas, nos bastidores políticos, a avaliação é de que a missão será extremamente difícil.
Na eleição passada, Terezinha obteve cerca de 28 mil votos e acabou beneficiada pelo chamado “efeito Lagartixa”. A votação expressiva do então candidato puxou a legenda e ajudou a eleger nomes como Neilton Diógenes e a própria Terezinha Maia.
O cenário agora é completamente diferente. Com a atual federação partidária e sem o fenômeno eleitoral que impulsionou sua eleição anterior, aliados e analistas políticos avaliam que a deputada dificilmente conseguirá repetir o desempenho necessário para garantir novo mandato.
E o problema parece começar justamente por São Gonçalo do Amarante, considerado um dos principais redutos eleitorais de Terezinha Maia. Na última eleição, ela teria alcançado algo em torno de 9 mil votos no município. Desta vez, a expectativa nos bastidores é de que essa votação possa cair drasticamente, talvez até pela metade.
O motivo seria a mudança de posicionamento de importantes lideranças locais. O prefeito Jaime Calado e a senadora Zenaide Maia — principais referências políticas do município — já estariam abrindo espaço para fortalecer a candidatura de Cínthia Bezerra a deputada estadual.
Cínthia é esposa do pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, e o projeto político do grupo começa a ganhar musculatura justamente em São Gonçalo do Amarante, onde Terezinha Maia sempre teve forte presença eleitoral..
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Um levantamento elaborado pelo banco francês Natixis colocou o Brasil fora do grupo principal de favoritos ao título da Copa do Mundo FIFA 2026.
Segundo o modelo probabilístico desenvolvido pela instituição financeira, a seleção brasileira aparece apenas na quinta colocação entre as maiores candidatas ao troféu.
De acordo com as projeções divulgadas pelo banco e publicadas pelo Valor Econômico, a França lidera as chances de título, com 26% de probabilidade de conquistar a Copa. Logo atrás surge a Espanha, com 25%.
A atual campeã mundial, a Argentina, aparece em terceiro lugar, somando 13,6% de chance de repetir o feito conquistado em 2022.
Brasil tem menos de 10% de chance de conquistar o hexacampeonato
Segundo o estudo, o Seleção Brasileira de Futebol possui apenas 9,3% de probabilidade de conquistar o hexacampeonato mundial.
Apesar disso, o modelo considera praticamente certa a classificação brasileira na fase de grupos, atribuindo 100% de chance de avanço inicial.
As probabilidades do Brasil em cada fase foram calculadas da seguinte forma:
Portugal aparece à frente da seleção brasileira no ranking do banco, com 12,4% de chance de título.
Modelo usa inteligência estatística e 100 mil simulações
O estudo do Natixis utiliza o modelo estatístico Dixon-Coles, metodologia conhecida por analisar desempenho ofensivo e defensivo das equipes para prever resultados esportivos.
Segundo a instituição, o sistema simulou toda a estrutura da Copa do Mundo 100 mil vezes utilizando o método de Monte Carlo, respeitando o formato oficial definido pela FIFA.
O banco também menciona os estudos do estrategista Joachim Klement, ex-analista do UBS Wealth Management, conhecido por acertar os campeões das Copas de 2014, 2018 e 2022.
Curiosamente, Klement aponta a Holanda como futura campeã em 2026. Já o modelo do Natixis vê esse cenário como extremamente improvável, atribuindo apenas 0,4% de chance aos holandeses.
Copa deve movimentar bilhões na economia mundial
(mais…) 
Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN) protocolou uma representação formal ao ministro André Mendonça, do STF, pedindo a abertura de procedimento para investigar o vazamento de áudios ligados ao inquérito do Banco Master.
Segundo ele, o material divulgado pelo Intercept Brasil contém conversas relacionadas ao financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Rogério pede que o STF identifique os responsáveis pela quebra de sigilo, reconstitua o caminho percorrido pelos arquivos e apure eventual violação cometida dentro da cadeia de custódia das informações.
Ele explicou que o objetivo é garantir o devido processo legal e apurar o uso indevido de informações sob sigilo judicial. Segundo ele, o foco não é a atuação da imprensa, mas a origem interna do vazamento.
O apresentador Luciano Huck fez críticas ao Bolsa Família durante sua participação no Fórum Esfera, evento que ocorreu no Guarujá, em São Paulo, para empresários. O global afirmou que o programa social não incentiva a população a sair desse ciclo, e que os beneficiários buscam atalhos para conseguirem ficar no programa.
– [O Brasil] é muito ineficiente em todas as frentes. É a conversa de ontem. O prefeito da cidade de Senhor do Bonfim tem 56% da sua economia no Bolsa Família. O que acontece? Você não gera nenhum tipo de estímulo para que as famílias queiram sair do Bolsa Família. Na verdade, elas [beneficiários do programa] criam atalhos pra ficar no programa de distribuição de renda, de proteção social, ad eternum. A gente precisa criar um estímulo – declarou.
Huck prosseguiu, questionando sobre como se motiva as famílias a saírem do Bolsa Família e a terem mobilidade social.
– Como é que você motiva a família que precisa, que necessita do Bolsa Família, a ter vontade de querer sair desse programa… mobilidade social no Brasil. Pega estudo da OCDE: uma família no Brasil, pra sair da base da pirâmide social pra chegar na média da classe média brasileira, são nove gerações. Isso quer dizer que você não tem esperança, nem o seu filho, nem o seu neto, nem o seu bisneto vai ter uma vida melhor que a sua? Você fica sem estímulo. Essa não mobilidade social, essa loteria do CEP que a gente vive no Brasil, que o lugar em que você nasce determina o número de oportunidades que você vai ter na vida – disse.
Pleno News

Durante o programa desta sexta-feira (22), o jornalista Cláudio Dantas, revelou que o presidente Lula está tentando barrar o encontro com o pré-candidato a presidência Flávio Bolsonaro e o presidente dos EUA, Trump.
Segundo o jornalista, a notícia do encontro, revelada por ele, pegou o Planalto de “surpresa” e Lula acionou Joesley Batista, dono da J&F, para o empresário pedir que o republicano “não receba” o filho de Jair Bolsonaro (PL).
“A ideia é que ele [Joesley] use como argumento justamente o fato de você ter uma eleição em curso [no Brasil] e que isso poderia representar, aos olhos do eleitor brasileiro, uma interferência no processo eleitoral”, afirmou Dantas. “Porque é um gesto a um dos candidatos, enquanto o outro é o presidente da República”.
Ainda de acordo com o apresentador, o Itamaraty já foi acionado para agir contra o encontro e a Casa Branca já recebeu os “recados” desfavoráveis à reunião entre Flávio e Trump. “Já há uma reação, um certo incômodo até, pela situação como um todo”, disse Dantas. “Porque, de fato, se o Trump receber [o senador], ele sabe que vai ouvir reclamações. Mas, também, se não receber, vai ficar feio”.
O jornalista também criticou a hipocrisia da esquerda em relação a Trump: “O Trump, ele é o demônio ou ele é um santo [para a esquerda?] Vocês precisam decidir! É bom estar ao lado do Trump? É legal ter uma foto com o Trump ou não? Vocês precisam decidir!”.
“O Brasil vai ser um parceiro dos Estados Unidos no combate ao crime organizado? Como? Se a Deolane está tirando foto com o Lula?”, indagou Dantas.
Cláudio Dantas

O deputado federal Reimont apresentou nesta quinta-feira (21) uma representação pedindo o bloqueio de bens e a apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro, Mário Frias e do ex-governador Cláudio Castro. Segundo o parlamentar, a medida busca impedir uma possível fuga de Flávio Bolsonaro, que tem viagem marcada para os Estados Unidos na próxima segunda-feira (25), em meio as investigações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master.
A representação cita suspeitas de transferências milionárias ligadas a Vorcaro e ao envio de recursos do Rioprev para fundos administrados pelo Banco Master. Documentos e mensagens obtidos pela investigação apontariam movimentações financeiras que podem indicar corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos. A viagem de Flávio a Washington, onde aliados tentam articular um encontro com o presidente Donald Trump, aumentou a pressão política sobre o caso. Via Revista Fórum.

A nova pesquisa do Instituto Affare para o Senado no Rio Grande do Norte trouxe um dado que chamou mais atenção nos bastidores políticos do que os próprios números da liderança: a ausência da senadora Zenaide Maia entre os nomes citados no levantamento.
E isso foi considerado um fato extremamente preocupante para quem disputa a reeleição.
No primeiro voto, o senador Styvenson Valentim aparece com 35,6%, seguido por Samanda Alves com 20,6% e Coronel Hélio com 13,3%.
Já no segundo voto, Coronel Hélio sobe para 24,6%, enquanto Styvenson registra 15,1%, mostrando força numa disputa onde o eleitor escolhe dois nomes para o Senado.
No consolidado geral, Styvenson soma 26,0%, Coronel Hélio aparece com 18,6% e Samanda Alves com 13,3%.
Mas o comentário dominante nos meios políticos acabou sendo outro: onde está Zenaide Maia?
A ausência da senadora na pesquisa foi interpretada como um sinal de alerta muito forte para sua pré-candidatura à reeleição.
Outro dado que chamou atenção foi o crescimento do Coronel Hélio no chamado segundo voto, cenário que costuma ser decisivo nas eleições para o Senado.
A pesquisa foi realizada por entrevistas telefônicas automatizadas com 1.500 eleitores entre os dias 16 e 21 de maio de 2026, em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,58 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,5%. O levantamento está registrado no TSE sob os números RN-03580/2026 e BR-03850/2026.
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O senador Styvenson Valentim (Podemos) vive um dilema que não cabe na política do jeito que ela é. Favorito a renovar o mandato, é consciente que esse favoritismo só se confirmará se tiver um palanque.
Ele tem.
É o palanque do bolsonarismo potiguar, liderado pelo senador Rogério Marinho (PL).
Só que Valentim parece ter vergonha do selo e tenta passar a ideia que continua diferentão. Essa semana, Styvenson falou pela primeira vez sobre o seu companheiro de chapa ao Senado, Coronel Hélio (PL), apressando que enxerga no aliado “características semelhantes” às que marcaram sua própria entrada na política em 2018.
E apelou ao afirmar que “Hélio nunca foi político, então já começa bem”, ignorando que o coronel é um dos principais nomes da direita no Rio Grande do Norte, bolsonarista de primeira hora, que faz política desde eleição de Bolsonaro à Presidência do Brasil em 2018.
Hélio foi escolhido como legítimo representante do bolsonarismo na chapa majoritária da direita, que tem Álvaro Dias (PL) como pré-candidato a governador.
Pois bem.
Styvenson sabe que a sua eleição em 2018, em carreira solo, divorciado de grupos políticos, foi uma onda que não se repete mais. Naquele momento, o eleitor fez opção pelo “Capitão da Lei Seca” em forma de protesto aos políticos tradicionais.
Esse sentimento não existe hoje. Daí, a necessidade de ele dialogar com grupos políticos e fazer alianças. Styvenson fez isso e agora tenta disfarçar que não é igual aos outros.
Tolice.
defato.com

As vítimas, naturais do Rio Grande do Norte, foram sequestradas em Lago da Pedra no dia 10 de abril. Segundo a PM-MA, o suspeitou foi preso após uma denúncia e tinha mandado de prisão expedido desde 16 de abril.
As investigações revelam que os criminosos cometeram várias ações criminosas, incluindo agressões, roubos e exigências de transferências via Pix. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Santa Inês.
Fonte: João Marcolino

O aniversário da vereadora e pré-candidata a deputada federal Nina Souza será celebrado nesta quinta-feira com uma missa marcada para às 16 horas na Paróquia de Santana, no bairro de Capim Macio, em Natal.
Mas, como o ano é político, ninguém acredita que o evento será apenas religioso ou comemorativo. Nos bastidores, o que mais desperta atenção é justamente quem vai aparecer, quem vai sentar perto, quem vai “arrochar” a mão de Nina e quais lideranças políticas vão fazer questão de demonstrar afago público à vereadora natalense.
A movimentação em torno da missa já é observada como um verdadeiro termômetro político para medir a força e o prestígio de Nina dentro dos grupos políticos da capital e do interior. Em ano pré-eleitoral, presença física virou demonstração de alinhamento, recado político e até sinalização de futuras alianças.
Nos corredores da política potiguar, a expectativa agora é saber quais deputados, prefeitos, vereadores e possíveis candidatos majoritários vão prestigiar Nina Sousa — e quais vão preferir manter distância estratégica.
Porque, em política, até missa de aniversário acaba virando palco de articulação.
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Em entrevista na manhã desta quinta-feira (21) ao jornalista Diógenes Dantas, na 96 FM Natal, o ex-senador e ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates (PDT) demonstrou que não acredita na chance de eleição da vereadora Samanda Alves (PT) ao Senado. Ele afirmou que “a única esperança” para a esquerda conquistar uma vaga é com a pré-candidatura do ex-deputado federal Rafael Motta (PDT).
“A esquerda pode ter nele [Rafael Motta] a única esperança de vitória e de cravar uma cadeira no Senado. Nós vamos trabalhar muito duro por isso, porque estaremos juntos, Rafael titular, Jean como primeiro suplente e vamos ter um mandato exercido coletivamente. O eleitor vai ter a condição de votar para uma cadeira em dois senadores”, declarou.
A declaração foi uma resposta ao argumento citado nos bastidores por setores da esquerda, que dizem que a divisão de votos entre Rafael Motta e Samanda Alves poderia ajudar a eleger a dobradinha da direita com o senador Styvenson Valentim (Podemos) e o pré-candidato Coronel Hélio (PL) ou beneficiar também a senadora Zenaide Maia (PSD).
A esquerda culpa Rafael Motta pela eleição do senador Rogério Marinho (PL) em 2022. Naquele ano, o ex-deputado federal dividiu os votos do grupo denominado progressista com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (União Brasil). “Não adianta culpar Rafael. Não foi falta de aviso. O candidato [Carlos Eduardo] era ruim”, rebateu.
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O Rio Grande do Norte vai realizar a primeira cirurgia de “redesignação sexual” ou de “Gênero”. A informação foi confirmada pela coordenadora da Diversidade Sexual e de Gênero da Secretaria de Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos do RN (SEMJIDH), Rebeca de França.
Os procedimentos serão realizados em Natal com duas mulheres trans e representam um marco na saúde e na inclusão da população trans no estado. Atualmente, apenas Rio Grande do Sul, Goiás, Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo realizam esse tipo de cirurgia de redesignação sexual ou de gênero.
Segundo Rebeca de França, o Rio Grande do Norte passa a integrar o grupo de estados que contam com profissionais preparados para atender a demanda de pessoas trans que buscam adequação corporal e qualidade de vida.
“Essas cirurgias colocam o RN como um estado que possui profissionais sensíveis e comprometidos com a verdadeira medicina. A ciência é utilizada para melhorar a vida, o psicológico, a anatomia e a convivência dessas pessoas nas relações sociais”, afirmou.

A sucessão estadual de 2026 já provocou um verdadeiro fechamento de espaço político em Jucurutu para o ex-prefeito Valdir Medeiros, mais conhecido como “Liso”. O cenário no município praticamente já foi loteado entre os principais grupos políticos locais, deixando pouca margem para articulação do ex-gestor.
De um lado, o deputado estadual Nelter Queiroz segue alinhado com a pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado. Em outra frente, o ex-prefeito Júnior Queiroz e o atual prefeito Iogo Queiroz marcham com Cadu Xavier. Já os ex-prefeitos doutor Luciano e doutor Sanit-Clair, ao lado da vice-prefeita Paula Torres, estão fechados com Álvaro Dias.
Na prática, os três principais projetos ao Governo do Estado já possuem bases políticas definidas em Jucurutu. Com isso, nos bastidores da política local, a avaliação é que “fecharam as portas” para Liso, que ficou sem um palanque natural dentro dos grupos tradicionais do município.
Para alguns observadores, restaria ao ex-prefeito buscar um caminho alternativo e até folclórico no cenário estadual, talvez embarcando em uma eventual candidatura de Revil Alves, caso ela realmente saia do papel. Em Jucurutu, porém, o sentimento é que o jogo principal já começou — e sem espaço para o ex-prefeito que um dia comandou o município.