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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Cinco anos se passaram e a pergunta continua na cabeça dos mossoroenses, quem matou Valéria?


A estudante de enfermagem, Valéria Patrícia desapareceu em um domingo, 11 de setembro de 2016. No dia 15 do mesmo mês o corpo dela foi encontrado em um matagal, morta com um tiro na cabeça. 

Cinco anos depois a pergunta que segue na cabeça da população é: Quem matou Valéria? Caso da jovem foi arquivado e não foi encontrado o culpado.
Após exame de raio-x, o laudo da perícia apontou que Valéria foi morta com um disparo de arma de fogo na cabeça.
É como se existisse o crime perfeito, cinco anos se passaram e um questionamento segue na mente dos mossoroenses: afinal, quem matou Valéria?
O Caso
Valéria Patrícia foi vista pela última vez com vida no domingo, dia 11 de setembro e segundo o pai dela, Francisco Railton de Azevedo, a filha havia saído de moto da casa onde morava, no bairro Planalto 13 de Maio. "Por volta das 12h30min para fazer uma faxina na nova casa que comprou junto ao marido no bairro Sumaré".
A partir daí ela desapareceu. Já por volta das 14h30min, a motocicleta dela foi encontrada em uma estrada carroçável entre os  bairros Planalto 13 de Maio e Bom Jesus. Desde então, a jovem foi considerada desaparecida. e amigos, parentes e a própria polícia passaram a fazer buscas na região pela universitária. 
Dois dias depois do desaparecimento da jovem, ou seja no dia 15 de setembro o corpo de Valéria foi encontrado em um matagal às margens de uma estrada de barro que liga a BR-110 ao loteamento Frei Damião, a 6 quilômetros da área urbana de Mossoró. (RELEMBRE O CRIME)
Ao lado do cadáver, que apresentava marca de tiro na cabeça, de acordo com o Itep, foram encontrados restos de um envelope bancário. O marido da estudante disse à polícia que a mulher havia sacado R$ 500 pouco antes de desaparecer.

Fonte: Passando na Hora

Pesquisas eleitorais: como votaram os deputados federais do RN

 Cinco deputados federais do Rio Grande do Norte (RN) votaram favoráveis à proposta que censura pesquisas eleitorais nos dois dias que antecedem as eleições. A proposta foi mantida no novo código eleitoral por 355 votos a favor, 92 contra e 3 abstenções. Decisão acertada. Aliás, as pesquisas deveriam ser proibidas.

A votação do RN:

Beto Rosado (PP): ausente

Benes Leocádio (Republicanos): ausente

Carla Dickson (PROS): sim

João Maia (PL): sim

Rafael Motta (PSB): ausente

Natália Bonavides (PT): sim

General Girão (PSL): sim

Walter Alves (MDB): sim

Lembram dessa foto, Fatinha no 55?

 

Fátima Bezerra é um fenômeno

A Governadora Fátima Bezerra não fez uma obra VISUAL durante o seu mandato no Rio Grande do Norte (RN) até agora. Zero de tudo. Única coisa que AINDA fez foi enganar os servidores públicos estaduais dividindo a conta gotas os salários atrasados dos servidores deixados pelo seus então aliados Fábio Play Boy Robinson Faria.

E ainda lidera a corrida para Governo do Estado em 2022.

R.Pires

Brasil registra 643 óbitos e 34 mil novos casos de Covid nas últimas 24h

 

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (16):

– O país registrou 643 óbitos nas últimas 24h, totalizando 589.240 mortes;

– Foram 34.407 novos casos de coronavírus registrados, no total 21.069.017.

O Ministério da Saúde calcula que 20.173.064 pessoas já se recuperaram da covid-19.

A média móvel de casos, que estava em queda nas últimas semanas, voltou a subir, ficando em 15.731 nesta quinta-feira (16). A média móvel de mortes ficou em 581, número ligeiramente abaixo do registrado na quarta-feira (15), de 597.

R. Pires

Uma publicação de Fabio Torquato

As Praças e a História – Por Dr. José Edmilson de Holanda

 Publico aqui no blog uma carta do ex-prefeito de Pau dos Ferros, Dr. José Edmilson de Holanda, onde conta a história da Praça da Matriz, hoje Praça Monsenhor Caminha.

 
Dr. José Edmilson fala da primeira reforma da praça, quando era prefeito no ano de 1972, e da Praça Monsenhor Caminha, recém-inaugurada pelo prefeito Leonardo Rêgo no último dia 27 de junho.
 
Tenho algumas cartas escritas por Dr. José Edilson que contam a nossa história. Igreja da Matriz, Obelisco e a bateria da procissão de Nossa Senhora da Conceição são descritos por este respeitado pauferrense que tem a preocupação de registrar os acontecimentos importantes da  nossa cidade.
 
Dr. José Edmilson de Holanda tem autoridade e competência para falar de Pau dos Ferros. Quando sente necessidade, fala mesmo. Não consegue ficar inerte apenas olhando o trem da nossa história passar. Suas opiniões são ouvidas e respeitadas. Seu amor por Pau dos Ferros é um dos combustíveis de sua vitalidade.
 
                                        Dr. José Edmilson de Holanda – Foto: Blog do Capote
 
As Praças e a História
Por Dr. José Edmilson de Holanda
 
No final da década de 1930 a principal rua de nossa cidade chamada de Praça da Matriz, embora não existisse praça, era uma rua ampla, sem calçamento, arborizada na época do inverno com vegetação natural: mucambé e velame.
 
Ano de 1940: Era Prefeito do Município o Sr. Francisco Fernandes de Sena. Teve a idéia de construir uma Praça ao lado do Mercado Público, na área entre as travessas Teófilo Rego e Adolfo Fernandes. Era uma pequena Praça, sem arborização, sem nenhum atrativo, contando apenas com uma dúzia de bancos de madeira e ferro. Neste local singelo, todas as noites, se reuniam os amigos, os casais, os namorados, até mesmo os idosos que gostavam de assistirem às tradicionais retretas, nos finais de semana, tocadas pela banda de música Municipal, no horário das 19 às 21 horas, pois, naquele tempo a energia elétrica era a motor e funcionava das 18 às 21:30 horas.
 
No dia de sua inauguração, um acontecimento histórico ocorreu: entre as autoridades presentes se encontrava o ex-primeiro Prefeito do nosso Município, eleito em 1929 o Sr. Francisco Dantas de Araújo. Em seu discurso falou das dificuldades da Prefeitura no seu tempo e lembrou como marco de sua administração a construção da atual sede de nossa Prefeitura, que ainda hoje enfeita a Av. Getúlio Vargas com a imponência e a beleza do seu estilo arquitetônico. Disse na sua fala que o referido prédio tinha sido construído com recursos próprios do Município e para terminá-lo teve que investir dinheiro do seu próprio bolso, porque os recursos de que dispunham a Prefeitura eram insuficientes para conclusão da obra. Como eram diferentes os Prefeitos do passado! Alguns deles tiravam dinheiro do próprio bolso e colocavam no cofre da Prefeitura como fez o Sr. Francisco Dantas. Hoje em dia, acontece o contrário: muitos tiram o dinheiro do cofre da Prefeitura e colocam no seu próprio bolso. Na gestão do Prefeito Licurgo Nunes, no final dos anos 40, foi construído o Pavilhão Municipal. O Dr. José Fernandes de Melo que o sucedeu, fez o acabamento final, colocando o mesmo em funcionamento, como ponto de apoio para os freqüentadores da Praça. Nesta época, foi feita a arborização da Praça com o plantio aproximadamente de 1 dúzia de árvores, chamadas fícus benjamim, como também foi usada a mesma planta para fazer a 1ª arborização geral das ruas de nossa cidade. Este trabalho, se deve a dedicação e persistência do Vice-Prefeito da época o Sr. José Guedes do Rego, que cuidou ele próprio de preparar as mudas para a realização da campanha de arborização. Os anos se passavam, a cidade crescia e os Prefeitos que se sucederam, abandonaram e entregaram a Praça a ação destruidora do tempo.
 
Ano de 1972. Era eu, o Prefeito do Município. A pequena Praça mal conservada, não acompanhou o crescimento da cidade, criou problemas com o trânsito e estacionamento de veículos na Praça da Matriz.
 
Tive então a mesma idéia de construir uma nova Praça. O projeto foi executado pelo arquiteto, Assis Amorim, atualmente juiz de Direito aposentado, que aqui exerceu por alguns anos, o cargo de juiz de Direito de nossa Comarca.
 
A nova Praça, grande, bonita, moderna, bem arborizada com canteiros de flores e de rosas, além de árvores de grande porte, entre elas uma muda de Pau Brasil, chamava a atenção de todos.
 
Pau dos Ferros ganhou destaque, sendo considerada a cidade de Praças mais bonitas da região do Oeste do nosso Estado. Vale salientar que foi construída exclusivamente com recursos próprios do Município. Recebeu o nome de Praça do Centenário em homenagem a comemoração no ano de 1972 da data do sesquicentenário da independência do Brasil. No dia de sua inauguração, 1º de Maio de 1972, o mesmo fato histórico ocorrido há 32 anos passados, se repetiu naquele dia. Estava presente ao ato festivo um ex-prefeito do nosso município, não o 1º porque já havia partido para a eternidade, mas o 2º ex-prefeito o Sr. Manoel Quintino do Rego, eleito em 1931, convidado especialmente por mim, para participar deste evento. Da tribuna da nova Praça, falou da sua administração no seu tempo e lembrou como marco de sua gestão a construção do Cemitério São Manoel que ai está. Os anos se passaram, a bonita e grande Praça do Centenário, teve o mesmo destino da pequena e singela Praça do Prefeito Francisco Fernandes de Sena. Os prefeitos que se sucederam não cuidaram, não conservaram a sua beleza, a transformaram em ponto comercial, cheio de barracos, cigarreiras e botecos, onde dominavam a desorganização e a sujeira, retirando dela a função e a finalidade de oferecer e promover o lazer para o povo.
 
Ano de 2009 – Leonardo Rêgo – Prefeito teve também a mesma idéia: construir uma nova Praça no mesmo local com o nome do Monsenhor Caminha, homenagem justa e merecida que o povo de Pau dos Ferros, presta ao nosso querido e inesquecível Monsenhor Caminha de saudosa memória. O projeto da mesma foi executado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, através de seu Reitor Dr. José Ivanildo do Rego, pauferrense que muito vem ajudando a sua terra natal.
 
Em 27-06-09 o Prefeito Leonardo Rêgo, entregou aos pauferrenses a nova e bonita Praça com a realização de uma grande festa. Estiveram presentes os senadores José Agripino Maia, Garibaldi Alves Filho e a Senadora Rosalba Ciarlini,os deputados estaduais Getúlio Rêgo e Leonardo Nogueira, o Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Dr. José Ivanildo do Rego, a Srª Joseney R. de Queiroz representando o Reitor da UERN, o vice-prefeito Fabrício Torquato, vereadores e vereadoras, secretários municipais, Dr. José Edmilson de Holanda ex-prefeito do nosso município, Dr. José Edílson Freire representante da família do Monsenhor Caminha, Maria Feliciano do Rêgo, Presidente do PMDB local, o Sr. Marco Antônio dos Santos Silva, representando o Diretor Regional dos Correios, alguns prefeitos de cidades vizinhas e pessoas gradas e importantes da nossa sociedade. A inauguração começou com a celebração de uma missa em ação de graças pelo Padre Sátiro Dantas, nosso conterrâneo, concelebrada pelos Padres Francisco das Chagas Neto da nossa Paróquia e o Padre Ivan dos Santos, pároco da cidade de Luiz Gomes. Após a missa seguiram-se as comemorações com apresentações culturais executadas pela Cia de dança Dançart da Secretaria Municipal de Juventude, Habitação e Assistência Social e pela Banda Filarmônica da Juventude que executou o Hino Nacional Brasileiro, o do nosso Município e o do Bicentenário da paróquia e Centenário do Município.
 
Na ocasião aconteceu a solenidade de lançamento do selo personalizado com o nome da Praça, presidida pelo Sr. Antonio Marcos dos Santos Silva, gerente de vendas dos Correios que representou o Diretor Regional. Participaram ainda da cerimônia Clésia Janete Almeida Souza, gerente da Região Operacional 04 sediada em Pau dos Ferros, o Sr. Carlos Eugênio Pinheiro coordenador comercial e o Sr. Antônio Elias de Oliveira gerente da agência dos Correios de Pau dos Ferros.
 
Continuando as festividades, os cantores pauferrenses, Raimundo Círo e Léo Batista, prestaram uma homenagem a Monsenhor, cantando a bonita música de suas autorias: Caminha Manoel Caminha.
 
Na hora dos discursos, falaram os senadores José Agripino, Garibaldi a senadora Rosalba, o Reitor da UFRN Ivanildo Rego, o Sr. José Edílson Freire representando a família do Monsenhor, encerrando com o discurso do Prefeito Leonardo Rego, que lembrou as dificuldades enfrentadas no seu 1º mandato, as suas lutas e o seu trabalho com recursos próprios do município em 17 bairros dos 18 que formam a nossa comunidade. Em seguida, aconteceu o descerramento do busto do Monsenhor Caminha, no pedestal pelo Padre Sátiro Dantas e o Dr. José Edílson Freire sobrinho do Monsenhor e o da placa com o nome da Praça realizado por mim e o Prefeito Leonardo.
 
No final da festa, um bonito show pirotécnico enfeitou o seu encerramento.
 
Nesta inauguração também se repetiu o mesmo fato histórico dos anos 40 e 72: estava presente um ex-prefeito de Pau dos Ferros, representado por minha pessoa. Elevemos as nossas mãos para o alto e supliquemos a proteção divina para que o abandono e o desprezo dos Prefeitos que se sucederão, não sejam o triste destino da majestosa Praça, como aconteceu com as outras.
 
A Praça que ora ganhou Pau dos Ferros, merece zelo, cuidado, carinho e amor, porque engrandece com a sua beleza e grandiosidade e nossa cidade, se transformando em cartão postal e orgulho do nosso povo.
 
Você Leonardo, continue trazendo para a nossa comunidade melhoramentos, e obras desta envergadura, porque, nos dias atuais, o seu povo tem dado prova de amaducerimento político e consciência dos seus direitos de cidadania, por isto, tenho certeza, saberá agradecer e reconhecer, colaborando com a sua administração, com o seu trabalho sério, em prol do progresso, do desenvolvimento e da grandeza da brava, da heróica, da resistente e da querida cidade de Pau dos Ferros, como prova de gratidão pelo que você tem realizado e vem fazendo por nossa cidade.
 
Parabéns!!!
         
            Pau dos Ferros, 30 de junho de 2009.
 
            José Edmilson de Holanda

Publicado em  por ftorquato


Morreu no dia de ontem (15) o médico e ex-prefeito de Pau dos Ferros Dr. José Edmílson de Holanda.

 Os nossos sentimentos de pesar a todos os amigos e familiares do amigo Dr. Zé Edmilson, Sargento Monteiro e familia. 






Câmara volta a incluir no Código Eleitoral quarentena para juízes, procuradores, militares e policiais

 

Votação teve apoio de Lira, Centrão e parte da oposição; deputados críticos à ideia apontam 'manobra regimental'. Afastamento obrigatório será de quatro anos e valerá a partir de 2026. Matéria vai ao Senado.

Após articulação envolvendo líderes do Centrão e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), os deputados decidiram nesta quarta-feira (15) reinserir no Código Eleitoral uma quarentena de quatro anos para juízes, membros do Ministério Público, militares e policiais que queiram se candidatar já a partir de 2026.

Foram 273 votos a favor e 211 contra. Alguns partidos da oposição, como PT e PCdoB, também orientaram a favor da medida. O governo orientou contra.

Na semana passada, deputados aprovaram o texto-base do projeto por 378 votos a 80. mas ainda faltava a votação dos destaques (tentativas de alterar o texto principal), o que foi concluído na madrugada desta quinta-feira. Agora, a matéria vai para o Senado.

O afastamento obrigatório das funções foi incluído pela relatora da matéria, deputada Margarete Coelho (PP-PI). Na primeira versão, o afastamento seria de cinco anos.

Os dispositivos, porém, foram derrubados durante a análise dos destaques, iniciada na última semana. No caso de juízes, promotores e procuradores, a votação foi apertada e a quarentena foi derrubada por apenas três votos.

Câmara aprova texto-base do novo Código Eleitoral

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Câmara aprova texto-base do novo Código Eleitoral

A decisão de apresentar uma emenda para reincorporar a quarentena foi tratada em reunião com lideranças do Centrão na residência de Lira nesta terça-feira (14).