Páginas

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Presídios Brasileiros é uma lástima.


Muito material ilícito é encontrado no complexo Penal João Chaves após revista


Policiais militares do BPChoque, BOPE, Cavalaria e agentes penitenciários do GOE realizaram no início da manhã desta quinta-feira (5), uma revista no Complexo Penal Dr. João Chaves, na zona Norte de Natal. A operação resultou na apreensão de vários produtos, entre eles facas artesanais, celulares e até bebida alcoólica.
De acordo com o diretor da unidade, Sidcley Barros, a revista começou por volta das 4h da manhã e contou com a participação de 70 policiais militares e agentes penitenciários. Todos os presos foram retirados das celas e colocados na quadra externa do presídio que é usado por detentos que cumprem pena no regime semi-aberto.
“Nós estávamos esperando por essa revista há três meses. Pedimos a secretaria que fosse realizada essa inspeção com o intuito de mantermos o controle no local visto que tínhamos informações sobre a prática de atos ilícitos aqui dentro, como tráfico de drogas”, relatou.
A revista ainda contou com a presença do Juiz da 12º vara de execuções penais Henrique Baltazar que foi até a unidade acompanhar os trabalhos dos agentes. O magistrado disse a reportagem do Portal BO que revistas como essa deveriam acontecer toda semana e com a rigorosidade exigente para ser evitada a entrada de drogas e armas.
“Eu avalio a operação como satisfatória, mas acredito que o problema da presença de material ilícito dentro do presídio só pode ser inibido quando as revistas forem mais frequentes”, comentou.
Além de produtos já comuns encontrados em revista em presídios, os agentes flagraram em uma das celas uma garrafa de cachaça e um pequeno tonel de cerveja. Ainda segundo o diretor do complexo, os detentos proprietários dos produtos irão responder a uma sindicância nos próximos dias. 


Fonte: Portal BO

PF DEFLAGRA OPERAÇÃO "PICHADORES VIRTUAIS" E APREENDE DOIS ADOLESCENTES

 
A Polícia Federal no Rio Grande do Norte concluiu no início da noite desta quarta-feira, 4 de julho, em Natal, a “Operação Pichadores Virtuais”, a qual havia sido deflagrada no início desta semana, com apoio da 3ª Vara da Infância e Juventude de Natal/RN e do Ministério Público Estadual, mas que não havia sido divulgada até então para não atrapalhar os desdobramentos da investigação iniciada há três meses.
Nesses últimos dias, foi dado cumprimento às ordens judiciais expedidas pela justiça visto que os principais suspeitos do ato infracional são dois menores de 14 e 16 anos, respectivamente. Para consumar o crime, os adolescentes acessavam indevidamente as páginas das vítimas, que eram diversos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, e várias instituições privadas.

Os infratores também divulgaram na internet, dados sigilosos, tais como: informações pessoais, senhas de milhares de funcionários públicos, de usuários de uma conhecida rede social, de um organismo internacional e de inúmeras empresas privadas, algumas com abrangência em todo o território nacional, cujos atos causaram diversos transtornos para a sociedade norte-rio-grandense.

Para se ter uma ideia da extensão do dano causado, alguns sites além de terem tido uma exposição indevida de seus conteúdos sigilosos, também dados foram deletados, sem contar que o estrago foi tão significativo que até hoje determinados sítios ainda se encontram fora do ar.

Tão logo deflagrada, a “Operação Pichadores Virtuais” perdurou três dias de forma velada com o objetivo de garantir a ampla colheita de provas em complemento ao que já tinha sido apurado nos autos do Inquérito Policial instaurado. Tal investigação sobre a onda de invasão praticada pelos envolvidos decorre desde março do ano em curso, sendo que os autos correm em segredo de justiça.

Conduzidos para a sede da Superintendência da PF, os menores foram ouvidos na presença dos seus responsáveis legais, tendo confessado a prática dos atos, alegando que pretendiam divulgar os seus twitters, para “obter reconhecimento” e, também, como “desafio intelectual”. Segundo relataram, as invasões ocorreram porque um deles descobriu, utilizando um programa disponível na internet, as senhas do administrador dos sites. De posse dessas senhas, ambos iniciaram os ataques. Admitiram, igualmente, serem simpatizantes de determinado grupo de hackers e argumentaram, a título de defesa, que a motivação também era a de lutar contra a corrupção, pichando frases e colocando suas próprias marcas nas páginas invadidas. 

Os atos infracionais praticados pelos invasores configuram os seguintes ilícitos penais: atentado contra a segurança e funcionamento de serviço de utilidade pública, dano qualificado e divulgação de segredo. 

As investigações seguem conduzidas pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF no RN, apoiado pelo Setor de Perícias Técnicas da instituição e, quando concluídas, os autos serão remetidos à 3ª Vara da Infância e Juventude de Natal/RN e ao Ministério Público Estadual para as providências legais previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. Os adolescentes, que permanecem sob a responsabilidade dos pais, poderão ser submetidos às medidas socioeducativas previstas em lei.

A “Operação Pichadores Virtuais” foi assim intitulada pelo fato de os envolvidos invadiremsites, pichando-os com conteúdo relacionado à divulgação de contas de twitters, com o objetivo de não só danificar aqueles sítios, mas, principalmente, obter fama e reconhecimento por aqueles atos.

 
Informações: Comunicação Social da PF no Rio Grande do Norte

NOVA CRUZ: PMs participam de capacitação em Polícia interativa


No mês de junho, a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte promoveu no Município de Nova Cruz a 9ª e 10ª turma do Estágio de Capacitação em Polícia Interativa (ECPI).
O Estágio de Capacitação em Polícia Interativa visa capacitar os profissionais que trabalham no Programa “Comunidade em Paz” da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), atualizando-os nos conhecimentos técnico-operacionais para o desenvolvimento eficiente e eficaz no policiamento comunitário.
Cada turma do curso de Polícia Interativa é composta por 30 servidores, sendo 20 deles Policiais Militares, 5 pertencentes a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social e os demais de outras instituições. A 9ª e a 10ª turma do curso de Polícia Interativa ocorre no Município de Nova Cruz, desde o dia 4 de junho e com término no dia último dia 29 (sexta-feira).
Durante o curso são ministradas aulas de mediação de conflito, qualidade no atendimento, filosofia de polícia comunitária, isolamento e preservação em local de crime, gerenciamento de crises, uso diferenciado da força, defesa pessoal e prática de tiro policial.

Fonte: Eduardo Dantas

Nenhum comentário:

Postar um comentário