Segundo a colunista, um ministro de Temer diz que o governo está
fazendo de tudo — mandinga, oração, três pulinhos — para não ser
atingido por uma eventual delação premiada de Cunha.
“Apesar disso, palacianos comemoram o resultado das últimas votações.
Dizem que caiu por terra o mito de que, sem Cunha, a pauta de Temer não
avançaria.
O grupo próximo ao ex-tesoureiro João Vaccari Neto, que vem sendo
pressionado pela família a fechar delação, ficou furioso com a decisão
do PT de rechaçar a ideia de leniência partidária”
A sigla sustenta que, se reconhecer que obteve dinheiro de maneira
ilícita, colocará sob suspeita todos que receberam repasses do diretório
nacional.
R. Pires
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