
- Nenhuma das chapas majoritárias conseguiu, até agora, apresentar alternativa consistente
Um fato chama atenção no atual desenho político do Rio Grande do Norte: nenhuma das principais chapas em formação conseguiu apresentar, até agora, um segundo nome forte para a disputa ao Senado.
Nem a chapa encabeçada por Cadu Xavier, nem a de Álvaro Dias, tampouco a de Allyson Bezerra conseguiu avançar na construção de um segundo candidato competitivo. O vazio é geral e revela uma dificuldade clara de articulação para além dos nomes já consolidados.
O cenário mostra que a corrida ao Senado segue desequilibrada e concentrada em poucas lideranças. Até agora, ninguém conseguiu tirar do papel um segundo nome que realmente se sustente. E, enquanto isso não acontece, o tabuleiro permanece travado — com muita conversa e pouca definição.
RPires
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