
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contará com assistência religiosa durante o período em que permanecerá detido no Complexo Penitenciário da Papudinha, no Distrito Federal. A autorização foi concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e prevê visitas semanais de cunho espiritual.
Manzoni já vinha prestando apoio espiritual ao ex-presidente durante o período de prisão domiciliar, por meio de um grupo de orações organizado semanalmente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo o parlamentar, a proposta é dar continuidade ao acompanhamento religioso, oferecendo palavras de fé e conforto espiritual.
O deputado afirma que a intenção é levar a Bolsonaro ensinamentos bíblicos voltados ao fortalecimento emocional em momentos de dificuldade e que acredita que o ex-presidente seguirá amparado pela fé para enfrentar as adversidades.
Ligado à deputada federal Bia Kicis (PL-DF), Manzoni é um dos principais nomes do bolsonarismo no Distrito Federal. Ele preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa e atua como secretário-geral do PL no DF. No ano passado, participou da organização de carreatas em apoio a Bolsonaro e já manteve em seu gabinete o coronel da reserva Flávio Botelho Peregrino, ex-aliado do general Walter Braga Netto.
No ano anterior, Alexandre de Moraes havia impedido a participação de Rodovalho no grupo de orações durante a prisão domiciliar de Bolsonaro, sob o argumento de evitar desvio de finalidade no uso das visitas autorizadas.
Além do apoio religioso, Bolsonaro seguirá tendo direito a acompanhamento médico contínuo na Papudinha, com assistência 24 horas, visitas livres de seus médicos, sessões de fisioterapia e alimentação especial. A transferência também amplia o tempo de visitas familiares e garante acesso a banho de sol e atividades físicas em horários livres, com a instalação de equipamentos recomendados pela equipe médica.
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