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sábado, 10 de julho de 2010


Obama morava em um bairro onde vivem muitas outras família afro-americanas de classe alta, nas quais há muitos advogados e economistas. No entanto, a região não é exclusivamente residencial e conta com uma zona de edifícios históricos e estabelecimentos nos quais se misturam estudantes, professores universitários e trabalhadores.

A Comissão Sudeste de Chicago (SECC) afirma que os afro-americanos representam a metade dos 44.700 residentes de Hyde Park. Segundo o organismo, 62% de seus moradores têm mestrado, doutorado ou outro tipo de título. A renda de 25% dos proprietários de casas no bairro supera os US$ 75 mil.

O parque que cerca a região é um lugar ideal para praticar esportes, passear e brincar com as crianças. Seus arredores abrigam alguns dos lugares favoritos do presidente, como a cafeteria Valois, onde Obama tinha predileção pelos famosos sanduíches de bife com ovo.

O bairro também conta com outros dois lugares-chave: a Universidade de Chicago, berço de prêmios Nobel como o economista Milton Friedman, e o Museu de Ciência e Indústria, que, no ano passado, recebeu 1,6 milhão de turistas.

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